24/04/2010

Igreja Matriz – 18 de Abril de 2010

 

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Igreja matriz de Guisande, em dia de cerimónia de 1ª Comunhão para um grupo de crianças da freguesia.

11/04/2010

Melro

 

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Um melro, no jardim, à cata de minhocas. Os filhotes assim o exigem.

Viso Quintães

 

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Vista dos lugares do Viso e Quintães, obtida no lugar de Fornos. Ao fundo o Monte do Viso e a capela.

20/03/2010

Ribeira da Mota – 20-03-2010 - 3

 

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Ribeira da Mota, já em território de Canedo. Um Sábado à tarde.

Ribeira da Mota – 20-03-2010 - 2

 

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Ribeira da Mota, já em território de Canedo. Um Sábado à tarde.

Ribeira da Mota – 20-03-2010 - 1

 

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Ribeira da Mota, já em território de Canedo. Um sábado à tarde.

07/03/2010

Ameixoeiras em flor

 

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Ameixoeiras em flor. Os primeiros pronúncios da Primavera.

01/02/2010

Ribeira da Mota - Diferenças…

 

 

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Ribeira da Mota, sensivelmente com o mesmo enquadramento mas em diferentes momentos, em diferentes estações; À esquerda, foto obtida no início do Outono, depois de um Verão relativamente seco; À direita, foto obtida em meados de janeiro, depois de abundantes chuvas. (clicar na foto para ver em tamanho ampliado).

17/01/2010

Ribeira da Mota – Águas mil - 3

 

 

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PARTISTE…

 

Partiste…
Foi longa a tua estadia,
Mas agora,
Na tua ausência,
Sinto que fostes brisa a passar
E, findo o rumor,
Sinto que mal dei por ti.
No entanto,
Deixaste-me por cá
Um pouco mais,
Para que te traga de novo à vida
Ainda que, lá por fora,
Não sejas sombra ao sol
Mas, tão somente,
Sol na minha sombra.

 

-Américo Almeida - 2007

Ribeira da Mota – Águas mil - 2

 

 

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Ribeira da Mota, junto à presa do Alquebre.

 

RIBEIRA DA MOTA

Das entranhas do monte
Irrompe a seiva cantante,
Em fios de fina prata,
Reluzente, bordejando leiras,
Na ansiosa procura
De um leito materno,
De um regaço de águas.

Mas o mar apela,
Como mãe pelos filhos,
E, vale abaixo,
Rasgando o verde,
Sulcando a terra,
Amaciando a fraga,
Vai a Ribeira apressada,
Fecunda, destemida,
À procura do seu destino,
Do imenso, infinito,
Azul do mar.

Parte, mas parte num risonho adeus,
Na certeza de quem sabe
Que há-de voltar:
Ao mesmo monte,
Ao mesmo leito,
E de novo ao mar.

 

- Américo Almeida - 2007

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