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15/10/2020

Olhar nocturno

 


Olhar nocturno de Guisande a partir do Monte de Mó. Cimo de Vila, Viso e também Barrosa na mira.

14/11/2019

Amplitude

 


Olhar nocturno sobre o nó de ligação da A32 em Gião. Captada no Monte de Mó.

01/04/2011

Igreja - Guisande

 

igreja_guisande

- Vista do lugar da Igreja, a partir de Cimo de Vila.

(clicar para ampliar)

Viso – Quintães – Cimo de Vila

 

vista_viso_quintaes

- Vista dos lugares do Viso, Quintães e Cimo de Vila

22/07/2010

Quintáes

 

quintaes_21072010

(clicar na imagem para ampliar)

15/07/2010

Um portão…

 

uma porta aa_15072010

(clicar na foto para ampliar)

13/07/2010

Estôse - I

 

estose guisande aa_13072010

Olhar sobre o lugar de Estôse - Guisande, quase ao sol-pôr.

24/04/2010

Igreja Matriz – 18 de Abril de 2010

 

americo almeida_18042010

Igreja matriz de Guisande, em dia de cerimónia de 1ª Comunhão para um grupo de crianças da freguesia.

11/04/2010

Viso Quintães

 

viso quintaes aa_10042010

Vista dos lugares do Viso e Quintães, obtida no lugar de Fornos. Ao fundo o Monte do Viso e a capela.

17/01/2010

Ribeira da Mota – Águas mil - 3

 

 

ribeira_da_mota_americo_almeida_16012010_03

 

 

PARTISTE…

 

Partiste…
Foi longa a tua estadia,
Mas agora,
Na tua ausência,
Sinto que fostes brisa a passar
E, findo o rumor,
Sinto que mal dei por ti.
No entanto,
Deixaste-me por cá
Um pouco mais,
Para que te traga de novo à vida
Ainda que, lá por fora,
Não sejas sombra ao sol
Mas, tão somente,
Sol na minha sombra.

 

-Américo Almeida - 2007

Ribeira da Mota – Águas mil - 2

 

 

ribeira_da_mota_alquebre_americo_almeida_16012010

 

Ribeira da Mota, junto à presa do Alquebre.

 

RIBEIRA DA MOTA

Das entranhas do monte
Irrompe a seiva cantante,
Em fios de fina prata,
Reluzente, bordejando leiras,
Na ansiosa procura
De um leito materno,
De um regaço de águas.

Mas o mar apela,
Como mãe pelos filhos,
E, vale abaixo,
Rasgando o verde,
Sulcando a terra,
Amaciando a fraga,
Vai a Ribeira apressada,
Fecunda, destemida,
À procura do seu destino,
Do imenso, infinito,
Azul do mar.

Parte, mas parte num risonho adeus,
Na certeza de quem sabe
Que há-de voltar:
Ao mesmo monte,
Ao mesmo leito,
E de novo ao mar.

 

- Américo Almeida - 2007

Ribeira da Mota – Águas mil - 1

 

ribeira_da_mota_americo_almeida_16012010

 

O Inverno vai rigoroso e com muita chuva. Não admira, pois, que a ribeira da Mota vá correndo caudalosa e bonita de se ver.

13/12/2009

Vista sobre o lugar do Viso

 

monte do viso_americo almeida_13122009

 

Vista sobre o lugar do Viso, obtida do lugar de Fornos.

14/11/2009

Monte do Viso e Capela, no Outono

 

monte do viso no outono afga2

 

Monte do Viso e Capela.

(clicar na imagem para ampliar)

Monte do Viso no Outono

 

monte do viso no outono afga1

Aspecto do MOnte do Viso e capela.

(clicar na imagem para ampliar)

06/11/2009

Ribeira da Mota – moinho do Reguengo

 

ribeira d amota americo almeida

 

Um belo trecho da ribeira da Mota, com a fonte, lavadouro e moinho velho. Este tem potencial de ser recuperado. Quando acontecerá?

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Ribeira da Mota – moinho do Loureiro

 

ribeira da mota moinho americo almeida

 

Moinho do Loureiro, na ribeira da Mota, ligeiramente a montante da ponte da Lavandeira. Uma pena que não esteja a funcionar.

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04/10/2009

Residência paroquial de Guisande

 

residencia paroquial de guisande_americo almeida 04102009

Vista da residência paroquial de Guisande a partir da entrada do Adro Padre Francisco de Oliveira. Fim de uma tarde nublada, já com as cores outonais.

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