20/03/2010

Ribeira da Mota – 20-03-2010 - 3

 

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Ribeira da Mota, já em território de Canedo. Um Sábado à tarde.

Ribeira da Mota – 20-03-2010 - 2

 

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Ribeira da Mota, já em território de Canedo. Um Sábado à tarde.

Ribeira da Mota – 20-03-2010 - 1

 

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Ribeira da Mota, já em território de Canedo. Um sábado à tarde.

07/03/2010

Ameixoeiras em flor

 

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Ameixoeiras em flor. Os primeiros pronúncios da Primavera.

01/02/2010

Ribeira da Mota - Diferenças…

 

 

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Ribeira da Mota, sensivelmente com o mesmo enquadramento mas em diferentes momentos, em diferentes estações; À esquerda, foto obtida no início do Outono, depois de um Verão relativamente seco; À direita, foto obtida em meados de janeiro, depois de abundantes chuvas. (clicar na foto para ver em tamanho ampliado).

17/01/2010

Ribeira da Mota – Águas mil - 3

 

 

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PARTISTE…

 

Partiste…
Foi longa a tua estadia,
Mas agora,
Na tua ausência,
Sinto que fostes brisa a passar
E, findo o rumor,
Sinto que mal dei por ti.
No entanto,
Deixaste-me por cá
Um pouco mais,
Para que te traga de novo à vida
Ainda que, lá por fora,
Não sejas sombra ao sol
Mas, tão somente,
Sol na minha sombra.

 

-Américo Almeida - 2007

Ribeira da Mota – Águas mil - 2

 

 

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Ribeira da Mota, junto à presa do Alquebre.

 

RIBEIRA DA MOTA

Das entranhas do monte
Irrompe a seiva cantante,
Em fios de fina prata,
Reluzente, bordejando leiras,
Na ansiosa procura
De um leito materno,
De um regaço de águas.

Mas o mar apela,
Como mãe pelos filhos,
E, vale abaixo,
Rasgando o verde,
Sulcando a terra,
Amaciando a fraga,
Vai a Ribeira apressada,
Fecunda, destemida,
À procura do seu destino,
Do imenso, infinito,
Azul do mar.

Parte, mas parte num risonho adeus,
Na certeza de quem sabe
Que há-de voltar:
Ao mesmo monte,
Ao mesmo leito,
E de novo ao mar.

 

- Américo Almeida - 2007

Ribeira da Mota – Águas mil - 1

 

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O Inverno vai rigoroso e com muita chuva. Não admira, pois, que a ribeira da Mota vá correndo caudalosa e bonita de se ver.

25/12/2009

Será que ele sabe que hoje é Natal?

 

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Hoje, dia de Natal, as casas estão quentes, a lareira crepita e a mesa está farta de coisas doces e boas. Mas lá fora, está cinzento e frio. Este belo pisco-de-peito-ruivo, presença assídua no pouso de uma macieira cá de casa, vai correndo e saltitando, na sua beleza e simplicidade, como se o ignorasse ou como soubesse que hoje é dia de Natal. Pena que nos outros animais, nos racionais, nem sempre a simplicidade seja a regra diária.

Feliz Natal, de modo especial aos habituais olheiros deste simples fotoblog.

23/12/2009

Serra da Freita – Irmanadas no frio

 

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Outra foto obtida na Serra da Freita, em dia de frio e neve.

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